Em jogo festivo realizado no México, Romário e Messi formaram uma dupla de ataque que poderia ter sido uma das melhores (ou a melhor) do futebol em todos os tempos.
Eu disse "poderia", porque apesar de ambos jogarem no Barcelona, infelizmente o destino tratou de colocá-los com a camisa azul-grená em épocas distintas. Óbviamente, por fazerem parte de gerações diferentes.
No entanto, isso não impediu de vermos os baixinhos atuando juntos pelo menos uma vez e ficar com aquela sensação de que poderíamos ter sido muito mais felizes.
Abaixo, o vídeo do jogo:
Amigos de Messi 5 x 4 Estrelas do Mundo.
Gols Amigos de Messi: Diego Lugano, Romário, Palermo, Messi e Palermo.
Gols Estrelas do Mundo: Gimenez, Osvaldo (2) e Fuertes.
A atuação de Ronaldinho Gaúcho diante do Santos na Vila Belmiro, foi digna de seus bons tempos e não é à toa que está entre os 5 melhores jogadores que pude testemunhar.
Porém, ao contrário do que andam dizendo, não coloco essa performance no nível similar ao que realizava em seu auge, quando era o protagonista absoluto do Barcelona.
Pode soar como loucura ou simplesmente ser uma exigência da minha parte afirmar isso após vê-lo fazer 3 gols no mesmo palco em que Pelé reinou por anos, todavia, é nítido que sua forma é outra. Hoje, Ronaldinho é visívelmente mais lento e encontra dificuldades para expor a enorme habilidade que exibia em épocas anteriores.
Já se passaram quatro temporadas desperdiçadas e durante esse período, R10 alterna péssimos momentos com alguns nem tão ruins, pois ainda o resquício de genialidade que sobrou, remete a todos uma ilusão sobre um possível retorno de seu antigo futebol.
Pois é, aquele jogador que antes encantava multidões com magias dentro de campo rotineiramente, hoje apenas ilude a sua platéia quando hora ou outra, protagoniza um espetáculo como o da última quarta-feira.
Ingênuos, mais uma vez torcida e imprensa passam a se questionar sobre uma provável volta por cima daquele astro, que um dia foi mágico e agora não passa de um ilusionista.
Por fim, nessa última parte, estará um jogo inesquecível de cada um dos grandes clubes mineiros e gaúchos.
Na visão de um mineiro atleticano:
Final do Campeonato Mineiro 2007 - Atlético-MG 4 x 0 Cruzeiro
Atlético-MG: Diego, Coelho, Marcos, Lima e Ricardinho; Rafael Miranda (Germano), Bilu, Marcinho e Danilinho; Éder Luis (Tchô) e Galvão (Vanderlei). Técnico: Levir Culpi.
Cruzeiro: Fábio, Gabriel, Luizão, Gladstone e Jonathan; Léo Silva, Ricardinho, Geovanni (Maicosuel) e Fellype Gabriel (Bruno); Araújo e Nenê (Guilherme). Técnico: Paulo Autuori.
Na visão de um cruzeirense:
Final da Copa do Brasil 2000 - Cruzeiro 2 x 1 São Paulo
Cruzeiro: André, Rogério (Fábio Junior), Cris, Cléber, Sorin (Viveiros), Donizete, Marcos Paulo, Ricardinho, Jackson (Muller), Geovanni e Oséas. Técnico: Marco Aurélio.
São Paulo: Rogério Ceni, Belletti, Edmilson, Rogério Pinheiro, Fábio Aurélio, Alexandre (Axel), Marcelinho Paraíba, Raí, Maldonado, França (Carlos Miguel), Edu (Fabiano). Técnico: Levir Culpi.
Na visão de um gremista:
Última rodada do Quadragular final do Campeonato Brasileiro da Série B - Náutico 0 x 1 Grêmio
Náutico: Rodolpho, Bruno Carvalho (Miltinho), Tuca, Batata e Ademar; Tozo (Betinho), Cleisson, David (Romulado) e Danilo; Paulo Matos e Kuki.Técnico: Roberto Cavalo.
Grêmio: Gallato, Patrício, Pereira, Domingos e Escalona; Nunes, Sandro, Marcelo e Marcel (Ânderson); Lipatin (Marcelo Oliveira) e Ricardinho (Lucas). Técnico: Mano Menezes.
Na visão de um colorado gaúcho:
Final da Taça Libertadores da América 2006 - São Paulo 1 x 2 Internacional/RS
São Paulo: Rogério Ceni; Edcarlos (Aloisio), Fabão e Lugano; Souza, Mineiro, Josué, Danilo (Lenilson) e Júnior; Leandro (Richarlyson) e Ricardo Oliveira Técnico: Muricy Ramalho.
Internacional/RS: Clemer; Ceará (Wellington Monteiro), Fabiano Eller, Bolivar e Jorge Wagner; Fabinho, Edinho, Alex (Índio) e Tinga; Fernandão e Rafael Sobis (Michel). Técnico: Abel Braga.
Após rever grandes jogos dos maiores times do Brasil, ficam as lembranças do passado e o desejo de partidas como essas no futuro.
Para quem não acredita que a "virada de mesa" ainda esteja presente dentro do esporte mais popular do mundo, a Associação de Futebol da Argentina fez questão de provar o contrário.
A decisão de fundir a série B com a primeira divisão a partir da temporada 2012/2013 foi uma maneira descarada de beneficiar o River Plate, recém rebaixado da elite do futebol argentino a pouco mais de um mês.
Somente uma improvável queda dos Milionários para a Série C frustraria o plano maquiavélico da AFA de realizar mais uma manobra política em pról dos clubes grandes do país hermano.
Enquanto os dirigentes argentinos tomarem esse tipo de conduta, é bem capaz que sua seleção continue amargando resultados pifios em competições internacionais. Cada ação provoca uma reação e com certeza um fato é consequente do outro.
Como havia prometido, darei continuidade ao artigo sobre jogos memoráveis. Agora colocarei partidas dos quatro principais clubes do Rio e que seus respectivos torcedores jamais irão se esquecer.
Na visão de um botafoguense:
Final do Campeonato Carioca 1989 - Botafogo 1 x 0 Flamengo
Botafogo: Ricardo Cruz, Josimar, Wilson Gottardo, Mauro Galvão e Marquinhos, Carlos Alberto Santos, Luisinho e Vítor; Maurício, Paulinho Criciúma e Gustavo (Mazolinha). Técnico: Valdir Espinosa.
Flamengo: Zé Carlos, Jorginho, Aldair, Zé Carlos II e Leonardo; Aílton, Renato e Zico (Marquinhos); Alcindo (Sérgio Araújo), Bebeto e Zinho. Técnico: Telê Santana.
Na visão de um flamenguista:
Final do Campeonato Carioca 2001 - Flamengo 3 x 1 Vasco
Vasco: Helton, Clebson, Geder (Odvan), Torres e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Pedrinho (Jorginho) e Juninho Paulista; Euller e Viola (Dedé). Técnico: Joel Santana.
Na visão de um torcedor do Fluminense:
Final do Campeonato Carioca 1995 - Fluminense 3 x 2 Flamengo
Fluminense: Wellerson; Ronald, Lima, Sorlei e Lira; Marcio Costa, Ailton, Djair e Rogerinho (Ezio); Renato Gaúcho e Leonardo (Cadu). Técnico: Joel Santana.
Flamengo: Roger; Marcos Adriano (Rodrigo), Gelson, Jorge Luis, Branco; Charles Guerreiro, Fabinho, Marquinhos, William (Mazinho); Romário e Sávio. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
Na visão de um vascaíno:
Final da Copa Mercosul 2000 - Palmeiras 3 x 4 Vasco
Palmeiras: Sérgio, Arce, Gilmar, Galeano e Tiago Silva; Fernando, Magrão, Taddei e Flávio; Juninho e Tuta (Basílio). Técnico: Marco Aurélio.
Vasco: Helton, Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Jorginho (Paulo Miranda); Nasa (Viola), Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Euller (Mauro Galvão) e Romário. Técnico: Joel Santana.
Na terceira e última parte, virão partidas dos clubes gaúchos e mineiros. Aguardem!
A cada dia que passa, o futebol disputado por seleções se torna mais competitivo e com menos espaços para destaques individuais saírem consagrados por decidirem "sozinho" um título expressivo. A prova disso foi a conquista da Copa América pela forte e preparada seleção uruguaia.
É evidente que a dupla Suarez e Forlán fizeram a diferença. No entanto, ficou nítido que para se formar um seleto nacional, não basta simplesmente escalar os melhores jogadores e esperar que algum deles seja o salvador da pátria.
Hoje, cabe ao treinador no comando, saber utilizar as peças que tem em cada posição. Isso pode levar tempo e muitas vezes surgem tropeços em obstáculos que aparecem pelo caminho.
Respeitando essa regra, o futebol uruguaio teve paciência e mesmo com insucessos em torneios passados, confiou em sua geração e manteve essa base que hoje integra a quarta melhor seleção do planeta e a número 1 da América do Sul.
Enfim, após 16 anos sem conquistas, a Celeste Olímpica atualmente, pode se orgulhar de ter atletas tão importantes quanto Enzo Francescoli, Ruben Sosa, Hugo De león e Rodolfo Rodriguez foram em outra época.
Toda pessoa que acompanha futebol, jamais esqueceu aquela partida especial realizada pelo clube que torce. Nesse artigo vou colocar alguns jogos inesquecíveis de cada time, sob a ótica de seus respectivos torcedores.
Na visão de um corintiano:
Semi-final do Campeonato Brasileiro 1999 - Corinthians 3 x 2 São Paulo
Corinthians: Dida (Maurício), Índio, Márcio Costa, Nenê e Kléber; Rincón, Vampeta, Ricardinho (Edu) e Marcelinho; Edílson e Luizão (Dinei). Téc: Oswaldo de Oliveira.
São Paulo: Rogério Ceni, Paulão, Nem (Carlos Miguel), Wilson e Jorginho; Edmílson, Fabiano (Jacques), Raí e Fábio Aurélio; Marcelinho Paraíba e França. Téc: Paulo César Carpegiani.
Na visão de um palmeirense:
Final do Campeonato Paulista 1993 - Palmeiras 4 x 0 Corinthians
Corinthians: Ronaldo, Leandro, Marcelo, Henrique, Ricardo, Marcelinho Paulista, Ezequiel, Neto, Paulo Sérgio, Viola, Adil (Tupãzinho) (Wilson). Técnico: Nelsinho Batista.
Na visão de um santista:
Semi-final do Campeonato Brasileiro 1995 - Santos 5 x 2 Fluminense
Santos: Edinho, Marquinhos Capixaba, Ronaldo, Narciso e Marcos Adriano; Carlinhos, Gallo, Giovanni e Marcelo Passos (Pintado) (Marcos Paulo); Camanducaia (Batista) e Macedo. Técnico: Cabralzinho
Fluminense: Wellerson; Ronald, Lima, Alê (Gaúcho) e Cássio; Vampeta, Otacílio, Rogerinho e Aílton; Valdeir (Leonardo) e Renato Gaúcho. Técnico: Joel Santana.
Na visão de um são-paulino:
Final do Mundial Interclubes 1992 - São Paulo 2 x 1 Barcelona
São Paulo: Zetti, Vitor, Adilson, Ronaldão e Ronaldo Luis; Toninho Cerezo (Dinho), Pintado e Raí; Cafu, Palhinha e Muller. Técnico: Telê Santana.
Barcelona: Zubizarreta, Ferrer, Koeman, Guardiola e Euzébio; Bakero (Goicoechéa), Amor, Witschge e Beguiristiain (Nadal); Stoichkov e Laudrup. Técnico Johann Cruyff.
Nessa primeira parte, coloquei apenas vídeos relacionados aos principais clubes paulistas. Em breve, postarei jogos inesquecíveis dos times cariocas, gaúchos e mineiros.