segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Você não lembra, mas aconteceu

Aqui estarão, através de imagens e informações, mais 21 curiosidades sobre futebol que certamente o torcedor já se esqueceu.



1- O goleiro italiano Gianlucca Plagliuca conseguiu a façanha de ser o único jogador da posição a ser expulso em uma partida de Copa em toda história. O fato aconteceu no Mundial de 1994 em um jogo diante da Noruega, no qual sua seleção saiu vencedora por 1 a 0.



2- O agora técnico Alexandre Gallo, tem um infeliz dado negativo em seu retrospecto como atleta. Quando jogava e ainda era conhecido apenas pelo sobrenome, o então volante foi vice-campeão brasileiro por 3 times diferentes em um período de 5 anos. Em 1995 pelo Santos, em 1996 defendendo a Portuguesa e em 1999 vestindo a camisa do Atlético-MG.



3- Com 18 gols anotados, Alfredo Di Stéfano é o maior artilheiro da história do confronto entre Barcelona e Real Madrid. Atrás dele aparecem Raúl, com 15 gols, César Rodriguez com 14, Gento, Puskas e Lionel Messi com 13. Fechando a lista dos principais goleadores do clássico, surge Santillana, com 12 tentos assinalados.



4- Das últimas 19 edições de Premiere League, o Manchester United sagrou-se campeão por 12 vezes. Quase o dobro das 7 conquistas que os Red Devils haviam conseguido durante os 100 anos anteriores de campeonato Inglês.



5- Rivais quando jogavam por seus clubes no Brasil, Paulo Roberto Falcão e Toninho Cerezo formariam uma das melhores duplas de volantes da história da Roma. Juntos por duas temporadas (1983/1984 e 1984/1985), os craques ajudaram o time da capital a faturar a Copa da Itália de 1984.



6- Zico é o principal artilheiro da história do Maracanã com 333 gols marcados. Em relação ao Mineirão, quem reina absoluto a lista de goleadores de todos os tempos do estádio é Reinaldo com 152 tentos assinalados. Já sobre o Morumbi, Sérginho Chulapa é quem aparece no topo dos matadores de suas metas com 117 gols feitos.



7- Curiosamente, o maior estádio de futebol do mundo fica em um país onde o esporte não é tão praticado. É o Rungrado May Day, situado na Coréia do Norte e com capacidade para 150 mil pessoas.



8- Até hoje, o francês Michel Platini foi o único eleito como melhor jogador (em 1984 e 1985 defendendo a Juventus) e também melhor técnico (em 1991 comandando a seleção francesa) pela revista do Reino Unido World Soccer. Desde 1982 o prêmio é dado aos atletas de maior destaque na temporada. Já para os treinadores, a premiação acontece desde 1984.



9- O ucraniano Andriy Shevchenko é o segundo maior artilheiro da história do Milan com 175 gols. O atacante só fica atrás do sueco Gunnar Nordahl, ídolo do clube na década de 50 que estufou por 221 vezes as redes dos adversários.



10- Através de uma pesquisa feita pela empresa alemã Sport+Markt há pouco mais de um ano, foi divulgado que o Barcelona possui a maior torcida da Europa. O clube catalão conta com 57,8 milhões de fãs no Velho Continente. Já o arquirrival Real Madrid, aparece em segundo lugar com 31,3 milhões de torcedores.



Felipe Reis

domingo, 28 de agosto de 2011

O efeito Anderson


As fantásticas performances de Anderson Silva dentro de um octógono estão se tornando cada vez mais populares e o resultado disso é um fenômeno, que há pelo menos dez anos, não notávamos dentro do Brasil: idolatrar um atleta que não seja jogador de futebol.

Digo isso, porque é bem provável que o Spider, como é conhecido no mundo das artes marciais mistas, seja o protagonista de uma onda patriótica que já fez de Oscar Schmidt, da dupla Paula e Hortência, da seleção de ouro do Vôlei, de Ayrton Senna e mais recentemente de Gustavo Kuerten, heróis intocáveis na opinião popular.

No auge desses esportistas, seria praticamente um crime ter a ousadia de insinuar que um concorrente estrangeiro era superior dentro da modalidade. É bem verdade que em determinadas épocas, alguns deles não tinham rivais à altura, mas nem por isso eram soberanos. Ganhavam e perdiam, como outros grandes ídolos individuais ou coletivos.

Em se tratar de soberania, hoje, Anderson Silva pode falar disso melhor do que ninguém. Não é qualquer um que defende por nove vezes o título do UFC e se sai bem em todas as oportunidades de forma incontestável. No entanto, o nosso Aranha é um lutador que já teve derrotas em sua carreira e não é invencível, como todo brasileiro, principalmente aqueles que viraram experts repentinamente sobre lutas, pensam.

Alheio a essa discussão, Anderson tem tudo para se tornar o novo ídolo dessa moçada que adora twittar e postar em redes sociais sobre um eventual espetáculo seu sem sequer saber quem era o oponente da vez. Um dia isso aconteceu com outros, e no fundo, é até emocionante que aconteça novamente.

Um síntoma de tal fenômeno é que esses mesmos fãs emergentes, já afirmam, com uma margem baixíssima de conhecimento, que o Spider é o melhor de todos os tempos. Isso não sabemos e talvez até seja, mas todo cuidado é pouco em relação ao assunto, porque outros grandes personagens fazem parte do passado e presente do MMA. O difícil é fazer o povo segurar essa euforia 24 horas após mais um show dado por ele.

Felipe Reis

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Na teia do Aranha


A edição de número 134 do UFC que será realizado no Brasil é apenas uma consequência do crescimento acelerado do MMA (Mixed marcial arts) em terra tupiniquim e tem tudo para ser um divisor de águas na visão dos brasileiros em relação a modalidade.

É bem provável que neste sábado, dia 27, até os mais contestadores do esporte fixem seus olhos para dentro do octógono do HSBC Arena no Rio de Janeiro, com a esperança de que os lutadores locais saiam dali como os novos heróis do momento após vencerem seus oponentes.

Sem dúvida alguma, o combate mais aguardado é o de Anderson Silva. O paulista radicado em Curitiba colocará o cinturão em jogo contra o japonês Yushin Okami, lutador que já o venceu em janeiro de 2006 na oitava edição do extinto Rumble on the rock.

A espécie de revanche, que involuntariamente toma conta do íntimo dos torcedores, é apenas mais um ingrediente folclórico do evento, já que Anderson Silva não considera ter sido derrotado na oportunidade em que se enfrentaram (o "Spider" perdeu por desqualificação após uma pedalada frontal, quando ambos estavam no chão) e quer provar aos seus fãs que sua tese sempre esteve certa.

Abaixo, o vídeo da luta anterior entre Anderson Silva e Yushin Okami para vocês tirarem suas conclusões a respeito.



Abaixo, o card principal e minhas apostas para as lutas.

* Peso Leve: Ross Pearson (ING) vs. Edson Barboza (BRA)

Vencedor: Edson Barboza (KO)

* Peso Meio-Pesado: Luiz Cané (BRA) vs. Stanislav Nedkov (BUL)

Vencedor: Stanislav Nedkov (Decisão dos jurados)

* Peso Pesado: Antonio Rodrigo Nogueira (BRA) vs. Brendan Schaub (EUA)

Vencedor: Brendan Schaub (KO)

* Peso Meio-Pesado: Maurício Rua (BRA) vs. Forrest Griffin (EUA)

Vencedor: Forrest Griffin (Decisão dos jurados)

* Cinturão dos Pesos Médios do UFC: Anderson Silva (BRA) vs. Yushin Okami (JAP)

Vencedor: Anderson Silva (KO)

Felipe Reis

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Com o bolso cheio


Aqui vai a lista atual dos 20 atletas mais bem pagos do futebol mundial. Destaque para os jogadores Samuel Eto'o e Darío Conca. Recém-contratado pelo Anzhi, o camaronês aparece no topo do ranking, enquanto o ex-meia do Fluminense, que agora atua na China, está na 4º posição.


1- Samuel Eto´o - 1.700.000 €

2- Cristiano Ronaldo - Real Madrid - 1.000.000 €

3- Lionel Messi - FC Barcelona - 875.000 €

4- Darío Conca - Guangzhou Evergrande - 862.000 €

5- Fernando Torres - Chelsea - 833.000 €

6- Yaya Touré - Manchester City - 833.000 €

7- Ricardo Kaká - Real Madrid - 833.000 €

8- Zlatan Ibrahimovic - AC Milan - 833.000 €

9- Wayne Rooney - Manchester United -791.000 €

10- Carlos Tevez - Manchester City - 666.000 €

11- Frank Ribery - Bayern Munique - 666.000 €

12- John Terry - Chelsea - 625.000 €

13- Frank Lampard - Chelsea - 625.000 €

14- Steven Gerrard - Liverpool - 625.000 €

15- Xavi Hernandez - FC - Barcelona - 625.000 €

16- Andrés Iniesta - FC Barcelona - 583.000 €

17- David Villa - FC Barcelona - 583.000 €

18- Daniel Alves - FC Barcelona - 583.000 €

19- Edin Dzeko - Manchester City - 541.000 €

20- Rio Ferdinand - Manchester United - 541.000 €

* Os valores estão livres de receitas como direito de imagem, patrocínios e demais meios de faturamento externo que os jogadores venham a ter.

* Os números divulgados acima se referem ao salário mensal que o jogador recebe em Euro (Moeda principal em 17 dos 27 países da União Européia).

Felipe Reis

Missão possível


É inegável que Túlio "Maravilha" provavelmente seja um dos personagens mais folclóricos do futebol brasileiro nas últimas duas décadas. Talvez seja tanto, que seus ótimos números são até esquecidos.

Quando falam desse artilheiro, a maioria das pessoas apenas lembram de frases de efeito como "Eu sou o Rei do Rio" e "O povo gosta de gols, emoção e de Túlio Maravilha" e deixam de lado seus feitos dentro de campo.

Na seleção brasileira, o atacante fez 13 gols em 15 jogos disputados, atingindo a excelente média de 0,86 gols por partida. Em clubes, Túlio foi artilheiro da Série A do Campeonato Brasileiro em três oportunidades (1989,1994 e 1995) e do Campeonato Carioca também por três anos (1994, 1995 e 2005). Sem contar as artilharias da Série B (2008) e Série C. Esta última por duas vezes (2002 e 2007).

Enfim, a possibilidade de acontecer o seu milésimo gol é grande e caso ocorra, ninguém poderá tirar seus méritos. Agora no Bonsucesso e alegando ter 967 gols mesmo sem provas para tal afirmação, Túlio só pendurará as chuteiras depois que seu objetivo for alcançado, seja ele real ou imaginário.

Não querendo me contradizer em relação a esses méritos que disse anteriormente, mas o que o protagonista do único título brasileiro do Botafogo precisa saber, é que metade de seus tentos foram feitos em divisões inferiores. Uma prova disso é que seu gol de número 500 (algo já excepcional) foi realizado em 1999 quando ainda jogava no Cruzeiro, o último clube considerado grande defendido pelo "matador".

E apesar dessa observação, fica a torcida por esse jogador que tanto fez no futebol e poucos reconhecem. No entanto, o torcedor que está por volta dos 30 anos de idade, ou mais, sabe o quanto Túlio foi marcante na última década do século anterior. Principalmente quando travava duelos inesquecívels contra Romário e Renato Gaúcho para saber quem dominava o Rio de Janeiro.

Felipe Reis

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

GRANDES ESQUADRÕES EUROPEUS


Apenas por passatempo, resolvi colocar aqui as seleções dos últimos 23 anos de seis dos maiores times europeus da história. Sempre lembrando que é apenas uma escolha pessoal e não uma verdade absoluta. Levou-se em conta o período que o jogador atuou pelo clube, os títulos conquistados por ele e óbviamente, o talento individual do atleta.


Barcelona: 1-Zubizarreta, 2-Daniel Alves, 3-Puyol, 4-Ronald Koeman, 5-Guardiola, 6-Abidal, 7-Lionel Messi, 8-Xavi Hernandez, 9-Hristo Stoichkov, 10-Ronaldinho Gaúcho, 11-Romário.



Real Madrid: 1-Iker Casillas, 2-Sérgio Ramos, 3-Fernando Hierro, 4-Ivan Helguera, 5-Fernando Redondo, 6-Roberto Carlos, 7-Cristiano Ronaldo, 8-Zinedine Zidane, 9-Hugo Sánchez, 10-Michel, 11-Raúl Gonzalez.


Milan: 1-Dida, 2-Mauro Tassoti, 3-Franco Baresi, 4-Alessandro Nesta, 5-Frank Rijkaard, 6-Paolo Maldini, 7-Clarence Seedorf, 8-Andrea Pirlo, 9-Marco Van Basten, 10-Kaká, 11-Ruud Gullit.



Internazionale de Milão: 1-Walter Zenga, 2-Javier Zanetti, 3-Ivan Córdoba, 4-Giuseppe Bergomi, 5-Nicola Berti, 6-Andreas Brehme, 7-Samuel Eto'o, 8-Lothar Matthaus, 9-Ibrahimovic, 10-Wesley Sneider, 11-Adriano.


Manchester United: 1-Peter Schmeichel, 2-Gary Neville, 3-Rio Ferdnand, 4-Nemanja Vidic, 5-Paul Scholes, 6-Dennis Irwin, 7-Cristiano Ronaldo, 8-Ryan Giggs, 9-Van Nistelrooy, 10-David Beckham, 11-Eric Cantona.



Bayern de Munique: 1-Oliver Kahn, 2-Philipp Lahm, 3-Lúcio, 4-Thomas Helmer, 5-Stefan Effenberg, 6-Bixente Lizarazu, 7-Roy Makaay, 8-Zé Roberto, 9-Élber, 10-Lothar Matthaus, 11-Arjen Robben.

Felipe Reis

domingo, 21 de agosto de 2011

Rumo ao anonimato


A provável ida do camaronês Samuel Eto'o para o Anzhi Makhachkala dá vida a uma indagação em todos que admiram o craque: o que um jogador como ele, ainda em condições de ganhar títulos por grandes clubes europeus, faria em um lugar tão distante do centro futebolístico do velho continente como o Daguestão, uma república separatista da Rússia?

A resposta está apenas na quantia milionária que o africano receberá, cerca de 20 milhões de euros anuais. Nada mais explica tal mudança. E nem precisa, né?

Agora pergunto, será que vale a pena esse dinheiro todo em troca de um ostracismo em um campeonato de terceira categoria, constantes dores de cabeças que terá com os torcedores racistas de seu futuro clube e baixas temperaturas que enfrentará durante quase o ano todo?

Um atleta já consagrado, milionário e ainda útil a uma equipe como a Internazionale de Milão, não necessita mais de desafios extra-campo como estes citados acima. Ou seja, isso é mais uma prova que hoje em dia, a grana dita as regras.

Felipe Reis

sábado, 20 de agosto de 2011

O melhor e mais falado


Em recente pesquisa realizada em 120 países pelo grupo de economia, negócios e intangíveis da Universidade de Navarra na Espanha, o argentino Lionel Messi foi apontado como jogador mais citado e comentado pelo público. Até aí, nenhuma surpresa.



O inesperado foi as ausências dos brasileiros Kaká e Neymar entre os 20 maiores destaques midíaticos do momento. O ex-número 1 do mundo vive má fase e amarga a reserva do Real Madrid, enquanto o jovem santista precisará atuar na Europa para tentar figurar nessa listagem.

Abaixo, a relação da pesquisa.



Felipe Reis

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A hora da vingança


Neste sábado, Brasil e Portugal farão a final da Copa do Mundo Sub-20, reeditando o encontro ocorrido na decisão da edição de 1991.

Ao Brasil, resta vingar a derrota nos penaltis de 20 anos atrás, quando os craques de hoje estavam apenas nascendo, enquanto a Portugal, além da busca pelo tri, cabe ter a esperança do surgimento de alguns jogadores tão talentosos como seus antecessores do começo dos anos 90.

Uma grande curiosidade desse duelo inesquecível é que atletas que vieram a ser notáveis posteriormente como Roberto Carlos, Élber, Djair, Paulo Nunes, Luis Figo e Rui Costa, estavam em campo e poucos recordam sobre isso.

E desta vez, quais as estrelas que podemos destacar para um futuro próximo?



Abaixo, o vídeo da decisão e a escalação dos times que fizeram a grande final do Mundial Júniores (atual sub-20) de 1991.

Brasil: 1-Roger, 2-Zelão, 3-Castro, 4-Andrei, 5-Marquinhos, 6-Roberto Carlos, 7-Paulo Nunes (17-Ramon), 8-Djair, 9-Elber, 10-Luiz Fernando (14-Serginho), 15-Rodrigo. Técnico: Ernesto Paulo Calainho.

Portugal: 1-Fernando Brassard, 2-Gil, 3-Luis Figo, 4-Peixe, 5-Rui Costa, 6-Jorge Costa, 8-Paulo Torres, 10-Nelson (15-Tulipa)(13-Capucho), 11-Rui Bento, 14- João Pinto, Toni. Técnico: Carlos Queiroz.




Felipe Reis

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

E agora, José?


Mourinho reclamou, negou entrevistas, pediu reforços, testou jogadores, inovou métodos, armou táticas, improvisou posicionamentos e principalmente, se animou. Tudo isso para enfrentar o temível Barcelona tão cedo nessa temporada. Grande engano! O resultado foi frustrante mais uma vez.

Em novo duelo, o técnico português apossado de seu costumeiro ego inflado assistiu estático do lado de fora do campo ao show da equipe azul-grená, e após os 90 minutos teve que morder a língua e aplaudí-la por mais uma conquista.

É notável que a cada jogo disputado entre os gigantes, o Real Madrid está se tornando mais duro de ser batido. No entanto, fica a sensação de que esse tormento pelo qual o excelente treinador vem passando esteja servindo como um castigo por todas as críticas disparadas ao rival e especialmente, pelo tanto que já se auto-afirmou sobre entender de futebol. Coisas de Deus, ou para quem não acredita nele, coisas da bola.

Como comandante madrilenho, José Mourinho já soma 7 partidas diante do poderoso time blaugrana e até agora o que conseguiu foi um modesto cartel de uma vitória, três derrotas e três empates.

De quebra, a arrogância do "Portuga" teve que engolir e digerir três títulos diretamente perdidos por causa desse número desfavorável. Péssimo para quem chegou à capital espanhola como o único antídoto contra o "mal" da Catalunha.

Felipe Reis

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O "primo" pobre ficou rico


O povo de Manchester assistiu os Red Devils dominando o cenário futebolístico da cidade por mais de um século e apenas alguns espasmos de bom futebol dos chamados Citizens no fim da década de 60 e começo dos anos 70 poderiam desmentir quem afirmasse sobre tal domínio vermelho.

É bem verdade que o Manchester United continua sendo o grande protagonista dessa região metropolitana que possui 3,6 milhões de habitantes e se situa no noroeste da Inglaterra. No entanto, nos últimos três anos, uma imensa "onda azul" vem ganhando forças, podendo incomodar e muito os torcedores do tricampeão europeu daqui para frente.

Comprado por 247 milhões de euros pela Abu Dhabi United Group (um grupo de investidores árabes) em setembro de 2008, o Manchester City é talvez, o clube mais rico do planeta e suas contratações nas últimas temporadas provam o quanto seus proprietários almejam chegar ao topo do futebol interclubes o mais rápido possível.

Jogadores de alto valor e certo renome internacional como Elano, Robinho, Craig Bellamy, Adebayor e Roque Santa Cruz, chegaram e foram desvalorizados dentro do clube como se não tivessem custado absolutamente nada, dando a impressão que o dinheiro gasto era apenas um detalhe.

Há de se levar em conta que outras contratações foram bem rentáveis ao time azul de Manchester. Carlitos Tevez, Yaya Touré, David Silva e até o polêmico Mario Balotelli são exemplos disso. Juntos, os quatro ajudaram o Sky Blues a faturar a Copa da Inglaterra. Algo que não acontecia desde 1969.

Agora, com a chegada de Kun Agüero e a provável aquisição de Samir Nasri, é muito possível que o City ergua também o troféu da Premiere League e ponha fim em um amargo jejum de 43 anos. Caso essa profecia se realize, outra grande possibilidade é que o fato seja só o começo de uma nova Era dentro da pacata cidade de Manchester.

Felipe Reis

A guerra continua


Logo mais, às 18hrs no horário de Brasília, Barcelona e Real Madrid estarão novamente se enfrentando na disputa de mais um título, desta vez pela Supercopa da Espanha.

Com o resultado de 2 a 2 no primeiro jogo, em pleno Santiago Bernabéu, o time catalão pode até empatar por 0 a 0 ou 1 a 1 no Camp Nou, que mesmo assim sairá com este troféu. Seria o décimo de sua galeria.

Acredito que para a partida de hoje o Barcelona seja o favorito, já que jogará dentro de casa e não precisa buscar os gols. No entanto, com relação a temporada que vem por aí, minhas expectativas apontam para algum título madrilenho, seja o do Campeonato Espanhol ou até da Champions League.

Não acredito que o ego de José Mourinho aguente mais um ano de fracassos perante o seu maior rival particular. A batalha que o técnico português trava com o poderoso clube da catalunha não é nem por defender as cores do Real Madrid, mas sim pelo seu próprio bem estar.

Outra pimenta no maior clássico mundial do momento é o duelo particular entre Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. Os dois melhores jogadores do mundo sempre fazem a diferença em cada lado, com lindos e importantes gols ou simplesmente jogadas geniais.

Felipe Reis

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Curta na tela


Para quem se interessa por jornalismo esportivo e pretende ser um profissional desta área, aqui vai uma ótima dica de uma trama que relata com seriedade o cotidiano deste trabalho que visa sempre a notícia em primeiro lugar. É o filme O Resgate de um campeão.

A história começa quando um jornalista (Josh Hartnett) salva um morador de rua (Samuel L. Jackson) e após conhecê-lo melhor, passa a acreditar que o sem-teto seja um ex-campeão de boxe. Surge então, a grande oportunidade de uma matéria que certamente dará novos rumos à sua carreira. Tudo vai bem, até que uma inesperada revelação abala sua vida pessoal e profissional.

Vale a pena assistir o filme! Não é à toa que até escapei "um pouco" da proposta que o blog possui.

Felipe Reis

O emprego amaldiçoado


A nova derrota da seleção brasileira, dessa vez em um amistoso diante da Alemanha, fez reacender um antigo clichê futebolístico: culpar somente o treinador.

É muito mais cômodo para o torcedor ou até mesmo para a imprensa, fazer do técnico o alvo principal no caso de um possível fracasso do escrete verde e amarelo.

Basta pensar que nos últimos 25 anos não houve um treinador que ficou imúne a críticas durante sua trajetória como comandante da seleção. Indo mais além, faço aqui a seguinte indagação: com exceção à Felipão em 2002, qual o técnico que deixou ileso, esse cargo tão árduo?

Temos que lembrar que o gaúcho contou com uma grande parcela de sorte na Copa de 2002 e que em 2001 perdeu uma Copa América de maneira vergonhosa e naquele mesmo ano, durante as Eliminatórias, encontrou extremas dificuldades para achar uma equipe com um material humano muito mais qualitativo do que temos hoje.

Enfim, respondendo a questão, citarei aqui técnicos que antes de serem responsáveis pela seleção, eram louvados e endeusados por torcedores mais fanáticos, mas que após assumirem tal cargo, viraram uma espécie de "Boneco de Judas" pendurados em um poste de praça pública.

Evaristo de Macedo, Telê Santana, Carlos Alberto Silva, Sebastião Lazaroni, Paulo Roberto Falcão, Carlos Alberto Parreira (saiu como herói em 1994, mas vilão em 2006), Zagallo, Vanderlei Luxemburgo, Emerson Leão e Dunga poderiam explicar melhor o que sentiram na pele ao serem apedrejados diariamente.

O fato é que, errando ou acertando, Mano Menezes é apenas mais um que será cobrado e questionado enquanto estiver com a "batata quente" nas mãos. A opinião pública é acomodada em criticar apenas um treinador que não a satisfaz em uma eventual convocação ou o jogador que falha em determinado lance de uma partida.

O torcedor brasileiro se acostumou em achar que o nosso futebol é o número 1 do mundo e que para vencer a todos basta escalar o atleta que ele acredita ser craque. A receita não é mais essa. Outros evoluíram e nossa safra não é boa. Tenho a sensação, que o povo tem mais dificuldade de assumir tal fato do que teria para confessar um crime.

Deixo claro que não sou um defensor de Mano Menezes, mas sim um crítico do sistema que a CBF utiliza em relação ao cargo de técnico da seleção brasileira. Não basta simplesmente "renovar um ciclo" após uma Copa perdida. Tem que haver continuidade. É ela que constrói o conjunto e é o conjunto que constrói vitórias. Dois exemplos bem sucedidos desse argumento vem do mesmo país. A seleção da Espanha e o time do Barcelona, hoje, são o que são devido a esse método de trabalho.

Felipe Reis

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Você não lembra, mas aconteceu

Esse quadro traz fatos que aconteceram dentro do futebol mundial, no qual o torcedor apagou da memória ou sequer tomou conhecimento algum dia.



1- Baltazar é o maior artilheiro brasileiro em uma edição do Campeonato Espanhol com 35 gols feitos. A proeza que ocorreu na temporada 1988/1989 lhe rendeu uma participação na campanha vitoriosa da seleção brasileira na Copa América logo depois.



2- O holandês Clarence Seedorf é o único jogador a ser tricampeão da Champions League por três equipes diferentes. Isso ocorreu com o Ajax na temporada 1994/1995, Real Madrid em 1997/1998 e Milan em 2002/2003. Em 2006/2007 o meia faturou seu tetracampeonato, mas jogando também pelo Milan.



3- O francês Thierry Henry é o maior artilheiro da história do Arsenal marcando um total de 226 gols em todas as competições que disputou com a camisa do time londrino.



4- Apesar da Copa do Mundo de 1970 ter sido marcada pela atuação de uma seleção brasileira cheia de estrelas como Pelé, Rivelino Tostão e Jairzinho, foi o alemão Gerd Muller que ficou com a artilharia indo às redes por 10 vezes durante a competição.



5- Além de conquistarem uma Copa do Mundo com a seleção brasileira e ocasionalmente formarem duplas entre si, Bebeto, Romário e Ronaldo foram também artilheiros da Liga Espanhola. Bebeto conseguiu o feito pelo La Corunã na temporada 1992/1993 com 29 gols, enquanto Romário foi o goleador do campeonato com 30 gols defendendo o Barcelona. Já Ronaldo foi mais longe e realizou a façanha também pelo time catalão em 1996/1997 com 34 gols e pelo rival Real Madrid em 2002/2003 com 24 gols.



6- Quatro brasileiros já foram artilheiros da Bundesliga em toda a história da competição alemã. Amoroso com 18 gols na temporada 2001/2002 jogando pelo Borussia Dortmund, Élber com 21 gols pelo Bayern de Munique na temporada 2002/2003, Aílton com 28 gols pelo Werder Bremen na temporada 2003/2004 e por último Grafite, que marcou os mesmos 28 gols pelo Wolfsburg na temporada 2008/2009.



7- Maradona, Taffarel, Dida, Jorginho, Dunga, Bebeto, Muller, Casillas e Xavi fazem parte de um seleto hall de jogadores que foram campeões do Mundial sub-20 e também da Copa do Mundo por suas seleções principais.



8- Diego Maradona foi pego no doping pela primeira vez no dia 29 de março de 1991. O exame realizado após uma partida do Napoli, acusou o uso de cocaína pelo jogador. Devido a isso, Maradona foi expulso do clube italiano e levou uma punição de 15 meses imposta pela FIFA.



9-Em toda história do confronto, Santos e Corinthians só passaram em branco no placar da Vila Belmiro por quatro oportunidades. Isso aconteceu em 1914, 1939, 1976 e agora, em 2011.



10- Antes de ser eleito o melhor jogador do mundo por três anos consecutivos, Lionel Messi já havia ficado com a segunda colocação por duas temporadas seguidas. Outros jogadores que "bateram na trave" por duas vezes na premiação individual mais valorosa do futebol foram Thierry Henry, Hristo Stoichkov e David Beckham.



Felipe Reis

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

É pegar ou largar


Em uma época onde os chamados jogadores híbridos (que atacam e defendem com a mesma eficiência) estão ganhando notoriedade a cada dia que passa, a CBF pode deixar escapar uma excelente peça para constituir sua seleção futuramente.

Trata-se de Thiago Alcântara. Um atleta, que apesar de ser filho do ex-lateral Mazinho e ter nascido na Itália quando o pai atuava por lá, provavelmente ignorará a cidadania brasileira e defenderá as cores da Espanha, já que possui extrema identificação com o país por jogar no Barcelona desde os seus 14 anos.

No entanto, caso tenha interesse, a Confederação Brasileira de Futebol pode reverter esse quadro e seria muito bom se pelo menos a entidade tentasse convencer o meia a vestir a tradicional camisa amarela.

Mesmo que tal possibilidade seja remota, uma vez que Thiago foi campeão da Euro Sub-17 pela seleção espanhola em 2008 e três anos depois conseguiu feito igual com a seleção sub-21, é possível crer que o jovem ainda possa ser um dos nossos.

Essa esperança deve-se ao fato de que o jogador ainda não disputou nenhuma partida oficial com o escrete principal da La Furia.

Devido a isso, nossos dirigentes e Mano Menezes tem até o dia 6 de setembro (nesta data a Espanha iniciará as eliminatórias da Eurocopa 2012 contra Liechtenstein) para, no mínimo, avaliar se é ou não, necessário o talento desse atleta defendendo o Brasil.

Eu diria que sim, e você?

Felipe Reis.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sem concorrentes no mercado


Quero estar longe de ser cruel com Paulo Henrique Ganso e antes de tudo, digo que o acho um craque diferenciado dentro do país hoje.

Porém, geralmente me questiono se sua supervalorização ocorre pelo fato de que o futebol brasileiro sente a falta de um camisa 10 de ofício ou se realmente o meia santista merece o considerável status de ser colocado em tão pouco tempo no mesmo patamar de eternos gênios.

Lembro que há 10, 15 anos atrás, os nostálgicos mais ressentidos dos anos 80 viviam reclamando da ausência de um "homem-referência" nos grandes clubes e quando citavam nomes como Zico, Pita, Zenon, Mário Sérgio e Sócrates, seus olhos pareciam encher de lágrimas.

O irônico disso tudo é que nessa época, ligávamos a TV sabendo que veríamos talentos como Djalminha, Marcelinho Carioca, Ricardinho e Giovanni. Sem contar Alex e Ronaldinho Gaúcho em início de suas carreiras, Denílson fingindo ser o futuro camisa 10 da seleção e até mesmo Raí, esse já em declínio, mas que ainda assim desfilava com a bola nos pés. Não importava, saudosistas reclamavam!

Será que agora o nostálgico ressentido sou eu, ao citar jogadores desse calibre e afirmar de olhos fechados que atualmente só encontramos Paulo Henrique Ganso no mesmo nível desses craques que fizeram parte de um passado recente e distante ao mesmo tempo?

É provável que esse fenômeno seja cíclico.

A diferença é que possuo um ótimo álibi em relação aos injustos críticos da "Geração anos 90": é que daqui 10 ou 15 anos, tranquilamente o jovem de hoje não guardará lembranças de ninguém desse momento, com exceção justamente do personagem principal desse artigo.

Ah, desculpem a gafe! Talvez Montillo, Conca e D'alessandro possam ser lembrados também. Acontece amigos, que esses não falam a nossa língua.

Felipe Reis

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Falou e disse, Luis!


Ao ler o livro Time dos sonhos - paixão, poesia e futebol de Luis Fernando Veríssimo, me deparei com um capítulo interessante retratado pelo autor, no qual ele alerta, de forma um tanto que poética, sobre a necessidade no futebol atual, do surgimento do jogador precoce e que tem como consequência uma possível decadência ainda cedo deste atleta. Aqui vai o trecho a que me refiro e assino embaixo.


NOVILHOS

"Durante muito tempo o Pelé de 58, campeão mundial com 17 anos foi um fenômeno único. Não apareceu outro Pelé no futebol brasileiro nos, o quê?, 40 anos seguintes. Porque o Pelé seria único com qualquer idade, mas também porque não havia muita necessidade de fenômenos precoces como ele. Hoje há.
Já ouvi compararem o nosso futebol à nossa pecuária, que vende o gado para corte com cada vez menos idade porque cresceu o mercado para carne de novilho, mas principalmente porque ficou caro demais esperar que o boi chegue à sua idade "normal" de abate. Sem meios para evitar que seus melhores jogadores partam para a Europa, ou para competir no mercado mundial de bons jogadores, o futebol brasileiro também estaria recorrendo aos seus novilhos. Investe-se na precocidade porque não há mais tempo e dinheiro para esperar que os projetos de Pelé amadureçam e apareçam. E o novo protótipo de jogador brasileiro é o menino que passa de "juvenil promissor" a revelação da semana sem qualquer estágio intermediário. Não é que a safra seja boa, se posso misturar as metáforas agropastoris, é que a crise está brava. Precocidade não é mais fenômeno, é ultimo recurso.
Antigamente se hesitava em lançar garotos bons entre os titulares para não "queimá-los". Além de não terem corpo para enfrentar os profissionais, eles não teriam estrutura psicológica para enfrentar o eventual fracasso. Na crise, não há mais lugar para esse tipo de escrúpulo, que também servia para proteger o emprego dos mais velhos. Pintou um bom recém-desmamado, está escalado. E, mesmo, como esta geração de meninos parece compensar o pouco físico com uma autoconfiança congênita e uma arrogância de top-models (que, com 17 anos, também já desfilam como se soubessem tudo da vida e do mundo), falta de experiência não significa mais nada. O que pode acontecer é o futebol se transformar numa atividade, como a natação e o tênis (e a de modelos), em que com vinte e poucos anos, a pessoa já começa a temer a decadência e a ser desafiada por novas crianças.
Agora, que é bom ver essa garotada jogar bola, é."


Luis Fernando Veríssimo

Você não lembra, mas aconteceu

Esse quadro do blog trará, através de informações e imagens, 21 fatos do futebol que pouca gente se recorda ou até mesmo soube algum dia.



1- A edição de 2006 da Taça Libertadores da América teve 14 artilheiros com 5 gols cada. Entre eles, 5 brasileiros aparecem na lista. Aloíso do São Paulo, Nilmar do Corinthians, Marcinho e Washington do Palmeiras e Fernandão do Internacional são esses goleadores.



2- Assim como em 5 finais disputadas com a camisa do Corinthians, Marcelinho Carioca foi decisivo também na última conquista carioca do Vasco da Gama em 2003. O Pé-de-anjo marcou um dos gols na vitória de 2 a 1 do time cruzmaltino sobre o Fluminense.



3- Dois anos após ser o algóz vascaíno ao marcar o gol inesquecível que deu o tricampeonato carioca para o Flamengo em 2001, o sérvio Petkovic fez parte e foi um dos mais importantes jogadores da campanha vitoriosa do time do alto da Colina no estadual de 2003.



4- Em 1997, Dodô fez 55 gols pelo São Paulo e tornou-se o maior artilheiro do clube em uma só temporada. Marca que ostenta até os dias de hoje.



5- Djalminha foi titular e um dos principais jogadores da campanha do único título espanhol conquistado pelo La Corunã. O craque disputou 31 partidas e anotou 10 gols na temporada 1999/2000.



6- Jardel é o único jogador que conseguiu a façanha de ser artilheiro dos dois torneios continentais mais cobiçados do planeta. Em 1995, após marcar 12 tentos, o atacante foi o goleador principal da Taça Libertadores da América jogando pelo Grêmio. Já na temporada 1999/2000, o cearense foi o artilheiro da Champions League anotando 10 gols com a camisa do Porto.



7- Apesar de rápida e não vitoriosa, a passagem de Edmundo pelo Corinthians foi marcante em termos de gols. O "Animal" foi às redes 33 vezes em 37 jogos disputados.



8- Mesmo considerado por muitos como o principal culpado da eliminação da seleção na Copa de 2010, Felipe Melo saiu do Mundial como detentor do melhor passe da competição com 97% de aproveitamento. O volante também fez parte daquele Cruzeiro supercampeão em 2003.



9- Com 8 gols assinalados, o holandês Ronald Koeman foi o único zagueiro da história que conseguiu a proeza de ser o artilheiro de uma edição da Champions League. Isso ocorreu na temporada 1993/1994.



10- Apesar de identificados com clubes rivais do Corinthians, em 2001 Muller e Paulo Nunes tentaram a sorte no time do Parque São Jorge. No entanto, ambos não obtiveram o mesmo sucesso que haviam conquistado anteriormente em outras equipes por onde passaram.



Na próxima edição do quadro, haverão mais fatos que estão enterrados ou desconhecidos na memória do torcedor.

Felipe Reis