terça-feira, 7 de junho de 2011

O adeus de uma marca


Em amistoso que se realizará nesta terça-feira no Pacaembu contra a Romênia, o Brasil se despedirá oficialmente de Ronaldo Fenômeno, o maior artilheiro da história das Copas.

Confesso que sempre fui um crítico assíduo de Ronaldo perante os números e conquistas em clubes que o mesmo apresenta durante sua carreira. Sob minha modesta ótica, acho seu nome muito mais forte do que o talento que todos dizem ter e analiso que a mídia sempre teve muito boa vontade com o atleta.

Enfim, não estou escrevendo esse texto para criticá-lo mais uma vez ou tentar fazer seus fãs enxergarem algo que só os mais lúcidos conseguem. Seria perder tempo em um debate repetitivo nesse blog e que não leva a nada.

Por incrível que pareça, estou aqui para exaltá-lo. Pelo menos quando o assunto é seleção brasileira, ele merece. Se Ronaldo tornou-se ídolo, muito se deve pelo seu desempenho com a camisa amarela. Com ela, o jogador marcou 67 gols em 104 jogos, além de ganhar duas Copas Américas (1997/1999) e duas Copas do Mundo (1994/2002).

Também não entrarei em detalhes sobre todo o suporte que Ronaldo teve para conquistar essas competições. Eu cairia novamente em críticas sem ter certeza de nada ao invés de deixar aqui uma singela homenagem a um jogador que fez de seu nome, seja através do marketing ou não, uma marca registrada difícil de ser derrubada.

Felipe Reis

4 comentários:

  1. Po, legal esse texto aí, Fefa. Mandou bem mesmo!

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  2. O Ronaldo não aguenta mais que 5 minutos com aquele peso exorbitante!

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  3. Você é fera. Manda mto nos textos. Até sobre o R9, q vc não curte, vc mandou bem. Não preciso dizer o q achei e acho dele. #prasemprefenomeno
    Absss Fefa. O bom do futebol é isso...as discussões que ele gera. Abs REI!

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  4. Renteria da morte7 de junho de 2011 16:27

    Vytor, agora dá pro fefa...seu babão da porra!!

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