Mostrando postagens com marcador Copa do mundo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copa do mundo. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 3 de julho de 2023
domingo, 18 de dezembro de 2022
Copa do Mundo e a Argentina são de Lionel Messi
![]() |
| Lionel Messi e o troféu que sempre desejou⠀ |
No possível maior jogo da história das Copas, Lionel Messi apagou o asterisco que havia (havia?) em sua trajetória. E o roteiro para isso não poderia ser mais perfeito: a conquista da Copa do Mundo em um duelo entre duas bicampeãs, com dois camisas 10 extraclasse em lados opostos disputando também a artilharia e a condição de melhor jogador do torneio.
Para os mais críticos do gênio, a obra não estava completa. Agora está. E da forma mais espetacular possível. Messi, depois de tanto apanhar injustamente, merecia tal desfecho.
Hoje se encerrou qualquer discussão sobre a mais gloriosa e vencedora carreira de um atleta de futebol.
Obrigado por tudo, D10S!
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Um "obrigado" com gosto de cobrança
![]() |
| Ronaldinho Gaúcho ganhou tudo o que podia na carreira |
Nem mesmo os dois prêmios de melhor do mundo (2004 e 2005) e todos os títulos possíveis no currículo, seja por clube ou seleção, impedem os torcedores de refletirem sobre que patamar (que já é altíssimo) R10 poderia ter alcançado se tivesse levado sua carreira com mais comprometimento.
Referência e ídolo para os mais novos, Ronaldinho foi como uma espécie de resgate do futebol arte aos mais velhos. Em certo período, era ele o diferente, era ele o genial dentro das quatro linhas. É bem verdade que pela seleção brasileira, o craque nunca demonstrou a mesma qualidade que desempenhava nos clubes durante seu auge, ainda assim conseguiu ter papel importante nas conquistas da Copa do Mundo de 2002 e da Copa das Confederações de 2005, sem contar o gol antológico marcado contra a Venezuela na Copa América de 1999, quando era apenas um garoto.
Então como cobrar algo a mais de um jogador que fez tanto? É simples, por sabermos do que era capaz de realizar no ápice, ver sua queda de produção notória após a Copa do Mundo de 2006, nos deu um sentimento de vazio e até raiva. Isso mesmo, raiva! Raiva por não compreender como aquele "mago", inteligentíssimo com a bola em seu domínio, não entendia o que seu talento representava na época e por simplesmente ter "largado de mão", sem mais nem menos, uma trajetória tão gloriosa.
Apesar disso, com sua aposentadoria, R10 deixa um legado de grandes fãs dentro do futebol. Jogadores como Messi e Neymar, que hoje são os ícones do que esse esporte tem de melhor e que na opinião do blogueiro que vos escreve já superaram o agora ex-atleta, exaltam com extremo louvor a habilidade do astro com a bola nos pés. E se até dois extraordinários como esses agradecem o "Bruxo" por ter existido, como nós, simples mortais e meros torcedores, não agradeceríamos? Obrigado, Ronaldinho!
Felipe Reis
Marcadores:
Atlético-MG,
Barcelona,
Copa América,
Copa das Confederações,
Copa do mundo,
Milan,
Ronaldinho Gaúcho,
Seleção Brasileira
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Messi é humano e a Argentina agradece por isso
![]() |
| Com Messi, a Argentina chegou a três finais consecutivas |
Capaz de encantar o mundo com sua habilidade fora do comum, Lionel Messi foi chamado de extraterrestre inúmeras vezes pelos quatro cantos do planeta. Menos na Argentina.
O cidadão hermano não queria só dribles mágicos, jogadas espetaculares e lindos gols. Queria mais. Queria um jogador que demonstrasse sentimentos com a camisa albiceleste.
Retraído, Messi nunca pareceu sentir o orgulho necessário quando representava sua pátria. Os argentinos não acreditavam nessa insensibilidade do maior craque do futebol mundial. Só genialidade não lhe garantia adoração. Não ao povo que enxerga em Maradona, o seu maior expoente de gratidão à nação.
![]() |
| Jornais argentinos imploram pela continuidade de Messi |
A Argentina não quer um extraterrestre capaz de fazer tudo com a bola nos pés. Ela quer um ser humano que vibre e que chore, um ser humano que erra, mas que defende e ama sua terra.
E é por isso que hoje, todos em seu país de origem, pedem para que Messi repense a decisão de se aposentar da seleção. O futebol ainda precisa muito de seu talento.
Felipe Reis
domingo, 11 de julho de 2010
Uma geração furiosa
A Espanha é a nova campeã mundial de futebol e nada mais justo para coroar uma geração tão talentosa como esta. Acredito que se perdesse tal oportunidade, fatalmente demoraria uma outra vida para conseguir a proeza máxima do esporte mais popular do planeta.
Não é todo dia que um seleto pode reunir jogadores como Xavi, Iniesta, David Villa, Fernando Torres e Pedro. Sem contar com o setor defensivo, que foi essencial durante a trilha percorrida durante a competição. Cassilas, Puyol, Sérgio Ramos e Pique formaram uma barreira monstruosa contra os adversários.
Elogios à parte, minha visão é clara e nítida de que apesar de tanto talento em um time só, o ponto forte era mesmo o entrosamento. A base da seleção espanhola vinha de dois dos maiores clubes do mundo. Para se ter uma idéia, na escalação que começou a final contra a holanda, 10 dos 11 jogadores pertenciam ao Barcelona ou Real Madrid.
Cheguei a duvidar da Espanha, achando que era uma equipe de muito toque de lado e pouca criação, e realmente foi. Tanto que se tornou a campeã do mundo com menos gols na história. No entanto, isso não impede de dizer que foi merecido.
Enfim, deixo aqui meus parabéns aos espanhóis, mas faço uma observação negativa deles dentro de campo. Devido a conflitos étnicos, que admito desconhecer por completo, os atletas se limitavam a cantar o hino, quando este era tocado. Triste, talvez nem todos estejam felizes por lá.
Felipe Reis
sábado, 3 de julho de 2010
Era uma vez...
Dentro de campo, eles conseguiram sucesso. No entanto, como treinadores ficaram longe de obterem o mesmo êxito de tempos atrás.
Maradona e Dunga pagaram pelos pecados cometidos na preparação de seus respectivos atletas. O argentino tentou dar liberdade aos jogadores e acabou montando um esquema para sua seleção jogar bonito, não deu certo. O futebol também precisa de marcação.
Por sua vez e simbolizando muito bem o outro lado da moeda, Dunga fez de seus comandados, uma espécie de batalhão de soldados preparados para o combate. Até demais!
Era notável o nervosismo da equipe mesmo em partidas consideradas fáceis. O talento era escasso.
Brasil e Argentina deram mais motivos ainda para se acreditar que no futebol de hoje não dá para vencer apenas com magia ou tampouco só com força. A mescla desses dois ingredientes é necessária.
Resumindo, a grande ironia é que fatalmente, um seleto com a defesa brasileira e um ataque argentino, ganharia a Copa com o pé nas costas. Por incrível que pareça!
Felipe Reis
domingo, 27 de junho de 2010
Falha no engano
Os jogos de hoje pelas oitavas-de-final da Copa do Mundo tinham tudo para acabar e logo em seguida, a gente comentar sobre os grandes lances ou gols que ocorreriam nessas partidas. Realmente isso ocorreu.
No entanto, o destaque sempre será para os erros nítidos de árbitros ou auxiliares que talvez tenham decidido o rumo da competição. No duelo entre Alemanha e Inglaterra, a bola chutada por Lampard que entrou e não foi validada ficará marcada pela imensa ironia do destino, já que o inverso aconteceu em 1966 beneficiando o time da rainha contra a mesma seleção alemã. Na época a bola não entrou e o gol foi assinalado.
Aí então veio o confronto entre Argentina e México. A partida estava disputada até Tevez marcar um gol em posição de claro impedimento. A disputa mudou, os jogadores mexicanos desanimaram e o rumo foi outro. Triste fim para uma seleção esforçada.
Agora o que eu me pergunto é: como uma Copa do Mundo pode permitir a ausência de recursos eletrônicos em decisões tão importantes? Não sei e isso não tem resposta. Deveria ter.
Felipe Reis
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Algo que não se esquece
Mais uma Copa do Mundo chegou. Ela é tão influente em nosso cotidiano, que muitos a usam como crônometro biológico. Eu por exemplo, tenho sete Copas de vida e inúmeras lembranças de pelo menos cinco delas para contar.
Dos Mundiais de 82 e 86 nada posso citar, era muito novo. Minhas primeiras imagens na cabeça quando se trata de Copa do Mundo, vem de 1990. Dali, lembro que meu coração era dividido entre Brasil e Argentina e isso tinha uma culpada: minha idolatria por Maradona.
Me recordo que logo no primeiro jogo, pude assistir uma grande zebra que até hoje é comentada: a desconhecida seleção de Camarões batendo a mesma Argentina pelo qual eu também torcia por 1 a 0. Maradona nada pôde fazer.
Esse mesmo placar foi o suficiente para nos fazer voltar para casa nas oitavas-de-final. O responsável por isso: A Argentina de Maradona. Não fiquei tão triste, já que sabia que continuaria a assistir o baixinho jogando.
Por mais que Dieguito fosse o maior talento da época, ele não conseguiu impedir sua seleção de perder a final para a poderosa Alemanha de Lothar Matthaus, Jurgen Klissman, Andreas Brehme e Rudi Voller. O placar? 1 a 0. Era o tri campeonato alemão. Algo que os hermanos queriam também e não conseguiram.
Quatro anos mais tarde vem o Mundial dos EUA e minhas lembranças são ainda mais fortes. Foi a Copa de Romário e eu como fã incondicional do atacante, não poderia deixar de escrever isso.
Muitas cenas aparecem na minha mente e me emocionam até hoje. A comemoração de Bebeto no jogo contra a Holanda, o erro de Baggio no penalty decisivo e Dunga levantando a taça enquanto eu, ainda menino, chorando por não saber direito como comemorar um título de Copa, são imagens que morrerão comigo.
De 1998, na Copa da França, também tenho recordações, mas particularmente não me entusiasmo quando falo desse Mundial. O que eu posso dizer é que na final diante da seleção anfitriã, o Brasil foi um time sem emoção alguma e o resultado não poderia ser diferente: 3 a 0, fora o baile de Zidane, que na época estava despontando para o planeta.
Já o Mundial da Ásia, quatro anos depois, foi uma Copa incômoda para mim. Eu que adoro dormir, odiava ter que acordar pela madrugada para assistir os jogos. No entanto, a paixão pelo futebol falava mais alto.
Valeu a pena perder horas de sono para ver a Argentina ser eliminada na primeira fase e testemunhar o Brasil ganhar o pentacampeonato. Novamente eu chorei, e o protagonista dessa vez foi Ronaldo, autor de 8 gols. Mesmo eu sendo um crítico assíduo desse atleta, pelo menos nisso tenho que me render a ele.
Infelizmente em 2006, no Mundial da Alemanha, eu estava morando fora e trabalhando muito, mas ainda assim tenho muitas imagens na cabeça, por ser algo muito recente. Minha principal análise de quatro anos atrás é ver que no futebol, o Brasil é extremamente respeitado e idolatrado por torcedores de outros países.
A péssima coincidência é que mais uma vez a França foi o nosso algoz, dessa vez nas quartas-de-final. Eu não acreditava que uma equipe com Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano, Ronaldo, Roberto Carlos, Robinho e outros mais, poderia estar fora tão precocemente de uma Copa do Mundo.
O que se ouvia dizer, mas que não posso avaliar, é que a preparação do grupo "galático" na época foi envolto em folias e farras mesmo dentro da concentração. Receita ideal para o fracasso.
Bom, chegamos em 2010. Espero ter lembranças tão boas como tive em 1994 e 2002 e que eu possa novamente chorar. A cada quatro anos, falo para mim mesmo que não vou torcer, mas no final acabo me entregando. Não tem como ser alheio à emoções quando o assunto é futebol em Copa.
É claro que tenho muito mais recordações sobre esse assunto, mas se for escrever tudo aqui, precisaria de um espaço triplicado. A Copa do Mundo nos remete a isso: criar flashs inesquecíveis que nunca se apagarão de nossa memória.
Felipe Reis
sexta-feira, 23 de abril de 2010
De olho nele!
Dotado de uma grande habilidade em sua perna esquerda, Arjen Robben que hoje defende o Bayern de Munique, estará também na Copa do Mundo e tem tudo para se destacar pela seleção holandesa tanto quanto já vem fazendo pelo time alemão.
Desde suas épocas no Chelsea, sempre fui defensor de seu futebol. É notório o talento que tem para conduzir a bola diante dos adversários. Mesmo quando passou por um período difícil no Real Madrid, ainda mantive minha opinião sobre seu estilo de jogo e não conseguia enxergá-lo longe da titularidade na equipe merengue.
Agora como principal jogador do Bayern e vivendo brilhante fase, acredito que Robben poderá deixar seu nome na história com um bom desempenho no Mundial da África do Sul. Tudo dependerá também do rendimento da Holanda, quase sempre vista como favorita, mas que costuma cair diante de seleções ainda mais poderosas.
Felipe Reis
sexta-feira, 5 de março de 2010
De olho nele!
Em junho, o Mundial da África do Sul certamente contará com a presença do atacante francês naturalizado argentino Higuaín. Ainda pouco falado internacionalmente, o craque vem se destacando nos gramados espanhóis, onde já anotou 16 gols nessa temporada pelo Real Madrid.
Rápido, forte e oportunista, Higuaín, de apenas 22 anos e há três jogando no futebol europeu, tem tudo para fazer uma ótima Copa do Mundo pela seleção argentina ao lado de Tevez e Messi que também vivem excelente fase em seus respectivos clubes. Cabe à Maradona saber usar as peças que tem em mãos corretamente e não querer aparecer mais do que seus pupílos.
Felipe Reis
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Em busca do Hexa
Como todo mundo já sabe e alguns puderam assistir, o sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2010 foi realizado hoje e particularmente, não fiquei espantado com nenhuma chave por ser forte ou disputada demais.
O Brasil caiu no grupo G, onde enfrentará Coréia do Norte, Costa do Marfim e Portugal e apesar de ter escutado por aí que a equipe comandada por Dunga pode estar ameaçada, não vejo problemas e nem dúvidas sobre a sua classificação para a próxima fase.
Ainda arrisco um palpite otimista de que o Brasil passará às oitavas-de-final com 100% de aproveitamento. O meu medo é o famoso "mata-mata", já que considero os jogadores que deverão estar na copa muito jovens, inexperientes e qualquer dificuldade durante os 90 minutos pode deixá-los nervosos.
Bom, não dá para saber. Copa do Mundo é um torneio de "tiro curto" e quem estiver melhor no momento levará a taça. A tradição da camisa ainda conta, mas o futebol está cada vez mais acirrado e não me surpreenderá uma inédita seleção sendo campeã na África do Sul.
Demais Grupos da Copa:
Grupo A - África do Sul, México, Uruguai e França
Grupo B - Argentina, Nigéria, Coréia do Sul e Grécia
Grupo C - Inglaterra, EUA, Argélia e Eslovênia
Grupo D - Alemanha, Austrália, Sérvia e Gana
Grupo E - Holanda, Dinamarca, Japão e Camarões
Grupo F - Itália, Paraguai, Nova Zelândia e Eslováquia
Grupo H - Espanha, Suiça, Honduras e Chile
Felipe Reis
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Assalto em Paris
A partida de hoje entre França e Irlanda pelo jogo de volta da repescagem para a Copa do Mundo de 2010 provou que não é só aqui que existe o famoso apito "amigo".
Particularmente, o gol de empate na prorrogação feito por Gallas me indignou bastante, já que a irregularidade do lance foi algo claro aos olhos de qualquer cidadão. Henry recebeu impedido, um lançamento do meio-campo e não contente evitou que a bola saísse pela linha de fundo com as mãos para depois efetuar o cruzamento fatal.
A seleção francesa não precisava disso para eliminar o time irlandês, ainda mais tendo vencido a primeira partida fora de casa por 1 a 0. Agora é bom o Brasil tomar cuidado na África do Sul, já que a França foi nossa algóz em três das últimas seis copas do mundo.
Eu acho "ótimo" quando escuto jornalistas falarem que o futebol perderia a graça se utilizasse do recurso eletrônico para reprimir um erro do juíz. Quero ver defender essa tese quando se é um atleta que treina duro durante quatro anos para perder uma vaga a um Mundial por um lance totalmente errado.
Felipe Reis
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Na falta de um, tem outro...
A Copa de 2010 na África do Sul não contará com um dos mais cobiçados e completos atacantes do futebol internacional no momento: o sueco Ibrahimovic.
O jogador que atualmente defende o Barcelona não conseguiu ajudar a seleção do seu país a conquistar uma vaga no mundial do ano que vem e terá que ver o torneio pela televisão.
A Suécia ficou em terceiro lugar em seu grupo das eliminatórias ficando atrás da classificada Dinamarca e de Portugal, que tentará sua vaga pela repescagem.
Mais sorte do que Ibra, teve o goleador do Chelsea Didier Drogba, que garantiu o resultado que faltava para sua seleção na última rodada do grupo 5 das eliminatórias africanas. Inicialmente poupado, o craque precisou apenas de dois minutos em campo para anotar o gol de empate no jogo que acabou 1 a 1 com o Malaui. Este placar foi o suficiente para a segunda classificação consecutiva de Costa do Marfim para uma copa do mundo.
No meu entender de futebol, se tratando de Drogba em campo tudo pode acontecer. Ele possui um dom que poucos atacantes tem: chutar com eficiência de onde estiver, seja de um lugar sem ângulo como também à longa distância.
O africano não é um jogador tão elegante como Ibrahimovic, mas compensa essa deficiência, com muita fibra, disposição, chute forte em ambas as pernas e um faro mortal de gol. Basta ver os jogos do Chelsea com atenção que dá para notar a sua importância no time inglês.
Vamos ver se na copa ele mantém esse desempenho e consegue fazer sua frágil seleção caminhar longe.
Felipe Reis
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpeg)


