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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Quem dos Bola de Ouro brasileiro foi melhor na Europa?


Os 5 craques brasileiros que atingiram o topo do futebol

🌎🇧🇷 Confira abaixo o desempenho, contando apenas o futebol europeu, dos brasileiros eleitos melhores do mundo pela FIFA 👇🏻
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0️⃣9️⃣ Ronaldo Fenômeno
🏟Jogos: 402
⚽️ Gols: 276
🥇Artilharias: 3
2x Artilheiro do Campeonato Espanhol
1x Artilheiro do Campeonato Holandês
🏆Títulos: 8
1 Copa da Holanda
1 Recopa Europeia
1 Copa do Rei
2 Supercopa da Espanha
1 Copa da UEFA
1 Copa Intercontinental (Mundial Interclubes)
1 Campeonato Espanhol
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1️⃣0️⃣ Romário
🏟Jogos: 225
⚽️ Gols: 173
🥇Artilharias: 6
3x Artilheiro do Campeonato Holandês
2x Artilheiro da UEFA Champions League
1x Artilheiro do Campeonato Espanhol
🏆Títulos: 7
3 Campeonato Holandês
2 Copa da Holanda
1 Supercopa da Holanda
1 Campeonato Espanhol
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
1️⃣0️⃣ Rivaldo
🏟Jogos: 455
⚽️Gols: 214
🥇Artilharias: 2
1x Artilheiro da UEFA Champions League
1x Artilheiro da Copa do Rei
🏆Títulos: 12
2 Supercopa Europeia
2 Campeonato Espanhol
1 Copa do Rei
1 UEFA Champions League
1 Copa da Itália
2 Copa da Grécia
3 Campeonato Grego
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2️⃣2️⃣ Kaká
🏟Jogos: 427
⚽️Gols: 133
🥇Artilharias: 1
1x Artilheiro da UEFA Champions League
🏆Títulos: 8
1 Campeonato Italiano
1 Supercopa da Itália
1 UEFA Champions League
1 Supercopa da UEFA
1 Mundial Interclubes
1 Campeonato Espanhol
1 Copa do Rei
1 Supercopa da Espanha
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1️⃣0️⃣ Ronaldinho Gaúcho
🏟Jogos: 379
⚽️Gols: 146
🥇Artilharias: 0
🏆Títulos: 7
1 Copa Intertoto da UEFA
2 Campeonato Espanhol
1 UEFA Champions League
2 Supercopa da Espanha
1 Campeonato Italiano

segunda-feira, 18 de março de 2013

Quando a teimosia é maior que a sabedoria

Rivaldo representando o Brasil na Copa de 2002
Devo confessar que nunca fui um fã declarado do futebol de Rivaldo nem quando ele decidia jogos pela seleção brasileira, Palmeiras ou Barcelona. Nem mesmo a premiação de melhor do mundo em 1999 me convenceu a gostar do estilo de jogo do meia-atacante.

Também não consigo engolir o fato de que o pernambucano foi brilhante naquela Copa de 2002. Já vi e revi, por várias vezes, todos os 7 jogos daquele torneio e não há 90 minutos especiais que me façam mudar de opinião ainda sabendo que compartilho esse achismo com poucos.

Rivaldo foi o melhor do mundo em 1999
Quando debato sobre alguns craques do passado com colegas meus e o nome do ex-presidente do Mogi-Mirim vem à tona, me incomoda o fato de não conseguir enxergar tanto talento num futebol que, por muito tempo, foi limitado a uma jogada repetitiva e cansativa.

Para o "fominha" Rivaldo, a combinação "corte para a direita e chute rasteiro no canto" era quase sempre a primeira opção.

Ronaldo que o diga!

Oliver Kahn teve que dar uma mãozinha e consertar o individualismo de seu companheiro para que o gol do Brasil saísse de seus pés naquela final contra a Alemanha.

No entanto, tenho que admitir que o escrito acima é apenas fruto de uma visão particular. Se formos colocar o seu aproveitamento em formato estatístico, veremos que o pentacampeão merece e precisa ser respeitado.

Vencedor e goleador por onde passou, Rivaldo também tem muitos méritos no que conquistou. Não é qualquer um que chega ao topo do mundo de forma individual e coletiva. Não é qualquer um que se torna artilheiro e campeão de Copa América. Não é qualquer um que é vice-artilheiro do campeonato espanhol por 3 vezes em 6 edições disputadas e duas vencidas. Não é qualquer um que estufa mais as redes numa edição de Champions League. Definitivamente, o cara não é qualquer um!

O problema é que seu fim de carreira está parecendo ao de um qualquer!

Rivaldo no SPFC: passagem frustrada
É até compreensível as passagens fracassadas por Milan e Cruzeiro logo após o título mundial na Ásia. Naquela época, o astro, já em franco declínio técnico, ainda tinha o direito de tentar e créditos suficientes para perder.

O que não tem cabimento é acompanhar um velho Rivaldo perambulando, de forma teimosa, por verdadeiros becos sombrios do mundo futebolístico e que quando se intromete a atuar em um nível técnico mais elevado, deixa um ar constrangedor.

Suas aventuras por Grécia, Uzbequistão e Angola, sua vergonhosa e curta trajetória recente pelo São Paulo e sua situação atual junto ao São Caetano - último lugar no Campeonato Paulista - certamente não são dignas de complementar um currículo que tem Copa do Mundo.

O que podemos fazer se Rivaldo quer assim? O único que pode encerrar sua missão dentro do esporte que lhe consagrou, é somente ele mesmo.

Cabe a nós, críticos ou fãs, alertá-lo sobre um eventual vexame desnecessário. E isso vem acontecendo.

Felipe Reis

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Um naufrágio mais do que previsível

Rivaldo e Carpegiani: passagens frustadas pelo Morumbi em 2012
Ao contratar o pentacampeão mundial  Rivaldo, o São Paulo fez uma aposta que tinha 90% de chances de não dar certo. E não deu! Hoje foi confirmado que o meia não atuará pelo tricolor em 2012 e, provavelmente, sequer será relacionado para o último jogo do time na temporada.

O motivo dessa porcentagem negativa tão grande é simples e objetiva: o meia não joga em alto nível desde a Copa de 2002. De lá para cá, o melhor jogador do mundo em 1999 passou sem sucesso por Milan, Cruzeiro e se manteve escondido no futebol da Grécia e Uzbequistão.

Muitos fãs do jogador não se conformavam quando o jornalista que vos escreve profetizava que Rivaldo não se sairia bem no clube do Morumbi. Ora essa, será que sou um gênio? Não, longe disso! A verdade é que não era preciso ser nenhum expert no assunto para adivinhar algo tão óbvio.

Não se pode mais admitir que um atleta consagrado atue apenas com ajuda de sua imagem vinculada a um passado de glórias, mesmo que este não tenha a mínima condição de jogo. Hoje com 39 anos e em pleno ano 2011, o camisa 10 da seleção brasileira nas Copas de 1998 e 2002 se encontrava nessa situação.

Para os famosos "torcedores de arquibancada", é louvável ter um jogador conceituado e com história no futebol defendendo seu time de coração.

No entanto, para as expectativas de uma equipe dentro de um campeonato, é necessário colocar na balança se o resultado do rendimento no gramado compensa o investimento.

Nesse caso não valeu!

E a prova estão nos números: apenas 6 gols em 39 jogos, sem contar os desentendimentos com o ex-técnico são paulino Paulo César Carpegiani e as críticas disparadas por parte do presidente Juvenal Juvêncio. 

Felipe Reis