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quarta-feira, 10 de junho de 2020

Ronaldo Fenômeno: Referência ou Supervalorizado?

Números de Ronaldo antes e depois de suas lesões 

9️⃣ Questionar a grandeza e o peso do nome de Ronaldo para o futebol é, no mínimo, insensatez. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

⚽️🏆 O Fenômeno, como é conhecido, provavelmente seja a principal referência para uma geração que hoje se situa entre seus 30 e 35 anos. Muito pelo fato de que sua explosão como jogador, impulsionada pelo “boom” publicitário da entrada de uma grande marca de material esportivo na modalidade, tenha coincidido com a pré-adolescência dessa turma. Período esse onde a busca por um herói para imortalizá-lo é quase que uma obrigação. E o sintoma disso é a dificuldade de algumas pessoas em aceitar que muitos concorrentes de épocas posteriores possam ser superiores ao seu ídolo de juventude. ⠀⠀
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9️⃣ Ronaldo foi ótimo, definitivamente um craque, mas o nome que ostenta entre seus fiéis defensores (e que por vezes essa defesa parece até religião), induz a acharmos que o ex-camisa 9 da seleção tenha enfileirado títulos e artilharias durante longas temporadas. Não é verídico!
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9️⃣⚽️ Ronaldo teve sim, um excepcional começo de carreira, talvez o melhor que já se viu em termos estatísticos no futebol moderno, é verdade, mas o fato é que nem mesmo antes das lesões e com o ápice precoce atingido, conseguiu alavancar seus clubes de patamar. 
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😫🤷🏻‍♂️ Quanto aos anos pós-contusões, não podemos creditar a queda de rendimento do astro apenas ao azar das enfermidades. É notório e conhecido de que houve descaso e descomprometimento com a carreira após o conforto da consagração. ⠀⠀⠀⠀
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🏆⚽️ Consagração essa que veio com a camisa da Seleção. E ali, R9, enquanto motivado (isso exclui a péssima Copa de 2006) sempre correspondeu, sejamos justos, mas devemos lembrar que, nem mesmo no pico de sua forma física, foi protagonista unânime da “Amarelinha”. Ora tinha Romário, ora tinha Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho para dividir o estrelato.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

A raposa ganhou um pai


Nesta segunda-feira, o Cruzeiro anunciou a contratação do técnico Joel Santana para tapar um buraco deixado por Cuca.

Visto como ranzinza e até o momento longe de ser vencedor, o ex-comandante celeste foi demitido depois de alguns maus resultados no Campeonato Brasileiro e óbviamente por estar desgastado com o elenco após a eliminação do time na Taça Libertadores da América.

Quanto a Joel, é a grande chance de provar que seus êxitos em clubes do Rio de Janeiro não foi apenas sorte e sim, muito conhecimento. Caso realize um trabalho considerável à frente da equipe mineira, automáticamente e de forma merecida, o treinador ganhará mais respeito em âmbito nacional. Obstáculo este que o "Paizão" dos jogadores ainda encontra em sua carreira.

Felipe Reis