segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Que bom seria...


Em jogo festivo realizado no México, Romário e Messi formaram uma dupla de ataque que poderia ter sido uma das melhores (ou a melhor) do futebol em todos os tempos.

Eu disse "poderia", porque apesar de ambos jogarem no Barcelona, infelizmente o destino tratou de colocá-los com a camisa azul-grená em épocas distintas. Óbviamente, por fazerem parte de gerações diferentes.

No entanto, isso não impediu de vermos os baixinhos atuando juntos pelo menos uma vez e ficar com aquela sensação de que poderíamos ter sido muito mais felizes.

Abaixo, o vídeo do jogo:

Amigos de Messi 5 x 4 Estrelas do Mundo.

Gols Amigos de Messi: Diego Lugano, Romário, Palermo, Messi e Palermo.
Gols Estrelas do Mundo: Gimenez, Osvaldo (2) e Fuertes.



Felipe Reis

sexta-feira, 29 de julho de 2011

De mágico à ilusionista


A atuação de Ronaldinho Gaúcho diante do Santos na Vila Belmiro, foi digna de seus bons tempos e não é à toa que está entre os 5 melhores jogadores que pude testemunhar.

Porém, ao contrário do que andam dizendo, não coloco essa performance no nível similar ao que realizava em seu auge, quando era o protagonista absoluto do Barcelona.

Pode soar como loucura ou simplesmente ser uma exigência da minha parte afirmar isso após vê-lo fazer 3 gols no mesmo palco em que Pelé reinou por anos, todavia, é nítido que sua forma é outra. Hoje, Ronaldinho é visívelmente mais lento e encontra dificuldades para expor a enorme habilidade que exibia em épocas anteriores.

Já se passaram quatro temporadas desperdiçadas e durante esse período, R10 alterna péssimos momentos com alguns nem tão ruins, pois ainda o resquício de genialidade que sobrou, remete a todos uma ilusão sobre um possível retorno de seu antigo futebol.

Pois é, aquele jogador que antes encantava multidões com magias dentro de campo rotineiramente, hoje apenas ilude a sua platéia quando hora ou outra, protagoniza um espetáculo como o da última quarta-feira.

Ingênuos, mais uma vez torcida e imprensa passam a se questionar sobre uma provável volta por cima daquele astro, que um dia foi mágico e agora não passa de um ilusionista.

Felipe Reis

terça-feira, 26 de julho de 2011

Na memória e no coração (Parte 3)

Por fim, nessa última parte, estará um jogo inesquecível de cada um dos grandes clubes mineiros e gaúchos.

Na visão de um mineiro atleticano:

Final do Campeonato Mineiro 2007 - Atlético-MG 4 x 0 Cruzeiro

Atlético-MG: Diego, Coelho, Marcos, Lima e Ricardinho; Rafael Miranda (Germano), Bilu, Marcinho e Danilinho; Éder Luis (Tchô) e Galvão (Vanderlei). Técnico: Levir Culpi.

Cruzeiro: Fábio, Gabriel, Luizão, Gladstone e Jonathan; Léo Silva, Ricardinho, Geovanni (Maicosuel) e Fellype Gabriel (Bruno); Araújo e Nenê (Guilherme). Técnico: Paulo Autuori.



Na visão de um cruzeirense:

Final da Copa do Brasil 2000 - Cruzeiro 2 x 1 São Paulo

Cruzeiro: André, Rogério (Fábio Junior), Cris, Cléber, Sorin (Viveiros), Donizete, Marcos Paulo, Ricardinho, Jackson (Muller), Geovanni e Oséas. Técnico: Marco Aurélio.

São Paulo: Rogério Ceni, Belletti, Edmilson, Rogério Pinheiro, Fábio Aurélio, Alexandre (Axel), Marcelinho Paraíba, Raí, Maldonado, França (Carlos Miguel), Edu (Fabiano). Técnico: Levir Culpi.



Na visão de um gremista:

Última rodada do Quadragular final do Campeonato Brasileiro da Série B - Náutico 0 x 1 Grêmio

Náutico: Rodolpho, Bruno Carvalho (Miltinho), Tuca, Batata e Ademar; Tozo (Betinho), Cleisson, David (Romulado) e Danilo; Paulo Matos e Kuki.Técnico: Roberto Cavalo.

Grêmio: Gallato, Patrício, Pereira, Domingos e Escalona; Nunes, Sandro, Marcelo e Marcel (Ânderson); Lipatin (Marcelo Oliveira) e Ricardinho (Lucas). Técnico: Mano Menezes.



Na visão de um colorado gaúcho:

Final da Taça Libertadores da América 2006 - São Paulo 1 x 2 Internacional/RS

São Paulo: Rogério Ceni; Edcarlos (Aloisio), Fabão e Lugano; Souza, Mineiro, Josué, Danilo (Lenilson) e Júnior; Leandro (Richarlyson) e Ricardo Oliveira Técnico: Muricy Ramalho.

Internacional/RS: Clemer; Ceará (Wellington Monteiro), Fabiano Eller, Bolivar e Jorge Wagner; Fabinho, Edinho, Alex (Índio) e Tinga; Fernandão e Rafael Sobis (Michel). Técnico: Abel Braga.



Após rever grandes jogos dos maiores times do Brasil, ficam as lembranças do passado e o desejo de partidas como essas no futuro.

Felipe Reis

Milionários podem tudo


Para quem não acredita que a "virada de mesa" ainda esteja presente dentro do esporte mais popular do mundo, a Associação de Futebol da Argentina fez questão de provar o contrário.

A decisão de fundir a série B com a primeira divisão a partir da temporada 2012/2013 foi uma maneira descarada de beneficiar o River Plate, recém rebaixado da elite do futebol argentino a pouco mais de um mês.

Somente uma improvável queda dos Milionários para a Série C frustraria o plano maquiavélico da AFA de realizar mais uma manobra política em pról dos clubes grandes do país hermano.

Enquanto os dirigentes argentinos tomarem esse tipo de conduta, é bem capaz que sua seleção continue amargando resultados pifios em competições internacionais. Cada ação provoca uma reação e com certeza um fato é consequente do outro.

Felipe Reis

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Na memória e no coração (Parte 2)

Como havia prometido, darei continuidade ao artigo sobre jogos memoráveis. Agora colocarei partidas dos quatro principais clubes do Rio e que seus respectivos torcedores jamais irão se esquecer.

Na visão de um botafoguense:

Final do Campeonato Carioca 1989 - Botafogo 1 x 0 Flamengo

Botafogo: Ricardo Cruz, Josimar, Wilson Gottardo, Mauro Galvão e Marquinhos, Carlos Alberto Santos, Luisinho e Vítor; Maurício, Paulinho Criciúma e Gustavo (Mazolinha). Técnico: Valdir Espinosa.

Flamengo: Zé Carlos, Jorginho, Aldair, Zé Carlos II e Leonardo; Aílton, Renato e Zico (Marquinhos); Alcindo (Sérgio Araújo), Bebeto e Zinho. Técnico: Telê Santana.



Na visão de um flamenguista:

Final do Campeonato Carioca 2001 - Flamengo 3 x 1 Vasco

Flamengo: Júlio César, Alessandro(Maurinho), Fernando, Juan, Cássio, Leandro Ávila, Rocha, Beto(Jorginho), Petkovic, Reinaldo(Roma) e Edílson. Técnico: Zagallo.

Vasco: Helton, Clebson, Geder (Odvan), Torres e Jorginho Paulista; Fabiano Eller, Paulo Miranda, Pedrinho (Jorginho) e Juninho Paulista; Euller e Viola (Dedé). Técnico: Joel Santana.



Na visão de um torcedor do Fluminense:

Final do Campeonato Carioca 1995 - Fluminense 3 x 2 Flamengo

Fluminense: Wellerson; Ronald, Lima, Sorlei e Lira; Marcio Costa, Ailton, Djair e Rogerinho (Ezio); Renato Gaúcho e Leonardo (Cadu). Técnico: Joel Santana.

Flamengo: Roger; Marcos Adriano (Rodrigo), Gelson, Jorge Luis, Branco; Charles Guerreiro, Fabinho, Marquinhos, William (Mazinho); Romário e Sávio. Técnico: Vanderlei Luxemburgo.



Na visão de um vascaíno:

Final da Copa Mercosul 2000 - Palmeiras 3 x 4 Vasco

Palmeiras: Sérgio, Arce, Gilmar, Galeano e Tiago Silva; Fernando, Magrão, Taddei e Flávio; Juninho e Tuta (Basílio). Técnico: Marco Aurélio.

Vasco: Helton, Clébson, Odvan, Júnior Baiano e Jorginho Paulista; Jorginho (Paulo Miranda); Nasa (Viola), Juninho Pernambucano e Juninho Paulista; Euller (Mauro Galvão) e Romário. Técnico: Joel Santana.



Na terceira e última parte, virão partidas dos clubes gaúchos e mineiros. Aguardem!

Felipe Reis

domingo, 24 de julho de 2011

Deu a lógica!


A cada dia que passa, o futebol disputado por seleções se torna mais competitivo e com menos espaços para destaques individuais saírem consagrados por decidirem "sozinho" um título expressivo. A prova disso foi a conquista da Copa América pela forte e preparada seleção uruguaia.

É evidente que a dupla Suarez e Forlán fizeram a diferença. No entanto, ficou nítido que para se formar um seleto nacional, não basta simplesmente escalar os melhores jogadores e esperar que algum deles seja o salvador da pátria.

Hoje, cabe ao treinador no comando, saber utilizar as peças que tem em cada posição. Isso pode levar tempo e muitas vezes surgem tropeços em obstáculos que aparecem pelo caminho.

Respeitando essa regra, o futebol uruguaio teve paciência e mesmo com insucessos em torneios passados, confiou em sua geração e manteve essa base que hoje integra a quarta melhor seleção do planeta e a número 1 da América do Sul.

Enfim, após 16 anos sem conquistas, a Celeste Olímpica atualmente, pode se orgulhar de ter atletas tão importantes quanto Enzo Francescoli, Ruben Sosa, Hugo De león e Rodolfo Rodriguez foram em outra época.

Parabéns, Uruguai! O Fator Conjunto prevaleceu.

Felipe Reis

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Na memória e no coração

Toda pessoa que acompanha futebol, jamais esqueceu aquela partida especial realizada pelo clube que torce. Nesse artigo vou colocar alguns jogos inesquecíveis de cada time, sob a ótica de seus respectivos torcedores.

Na visão de um corintiano:

Semi-final do Campeonato Brasileiro 1999 - Corinthians 3 x 2 São Paulo

Corinthians: Dida (Maurício), Índio, Márcio Costa, Nenê e Kléber; Rincón, Vampeta, Ricardinho (Edu) e Marcelinho; Edílson e Luizão (Dinei). Téc: Oswaldo de Oliveira.

São Paulo: Rogério Ceni, Paulão, Nem (Carlos Miguel), Wilson e Jorginho; Edmílson, Fabiano (Jacques), Raí e Fábio Aurélio; Marcelinho Paraíba e França. Téc: Paulo César Carpegiani.



Na visão de um palmeirense:

Final do Campeonato Paulista 1993 - Palmeiras 4 x 0 Corinthians

Palmeiras: Sérgio, Mazinho, Antônio Carlos, Tonhão, Roberto Carlos, César Sampaio, Daniel, Edílson (Jean Carlo), Zinho, Edmundo, Evair (Alexandre Rosa). Técnico: Wanderley Luxemburgo.

Corinthians: Ronaldo, Leandro, Marcelo, Henrique, Ricardo, Marcelinho Paulista, Ezequiel, Neto, Paulo Sérgio, Viola, Adil (Tupãzinho) (Wilson). Técnico: Nelsinho Batista.



Na visão de um santista:

Semi-final do Campeonato Brasileiro 1995 - Santos 5 x 2 Fluminense

Santos: Edinho, Marquinhos Capixaba, Ronaldo, Narciso e Marcos Adriano; Carlinhos, Gallo, Giovanni e Marcelo Passos (Pintado) (Marcos Paulo); Camanducaia (Batista) e Macedo. Técnico: Cabralzinho

Fluminense: Wellerson; Ronald, Lima, Alê (Gaúcho) e Cássio; Vampeta, Otacílio, Rogerinho e Aílton; Valdeir (Leonardo) e Renato Gaúcho. Técnico: Joel Santana.



Na visão de um são-paulino:

Final do Mundial Interclubes 1992 - São Paulo 2 x 1 Barcelona

São Paulo: Zetti, Vitor, Adilson, Ronaldão e Ronaldo Luis; Toninho Cerezo (Dinho), Pintado e Raí; Cafu, Palhinha e Muller. Técnico: Telê Santana.

Barcelona: Zubizarreta, Ferrer, Koeman, Guardiola e Euzébio; Bakero (Goicoechéa), Amor, Witschge e Beguiristiain (Nadal); Stoichkov e Laudrup. Técnico Johann Cruyff.



Nessa primeira parte, coloquei apenas vídeos relacionados aos principais clubes paulistas. Em breve, postarei jogos inesquecíveis dos times cariocas, gaúchos e mineiros.

Felipe Reis