sábado, 5 de fevereiro de 2011

Agora chega, né?


Não precisava ser nenhum profeta para escrever o que eu escrevi nesse blog há alguns meses atrás antes mesmo do Corinthians ser eliminado da edição de 2010 da Taça Libertadores da América.

O artigo do link http://dominochuto.blogspot.com/2010/03/fica-esperto-ronaldo_25.html vem se confirmando tardiamente, mas era algo óbvio que iria acontecer cedo ou tarde, uma vez que a torcida corintiana não é nada boba. Ou melhor, até foi, mas não dá para abusar de tanta boa vontade como Ronaldo ousou fazer.

Vamos refletir então? Até agora são 26 meses de clube e o "fenômeno", como é chamado, jogou em condições apenas dois, contando ainda com a sorte de acompanhar um time que era muito bem montado por Mano Menezes.

Não dá mais para ser tão tolerante com um jogador que em 15 anos de Europa não conseguiu fazer pelo menos dois bons jogos em Champions League, tampouco ser paciente com um atleta que apesar de uma Copa vencida, tem duas perdidas de maneira bem duvidosa. Sem mencionar o fiasco olímpico de 1996.

É triste saber que a mídia corrompe até mesmo as mentes mais inteligentes. Vejo muitas pessoas que considero entender de futebol idolatrar o cara e me pergunto como isso pode acontecer. Isso sim é ser fenômeno!

Felipe Reis

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

É o melhor e ponto!


A escolha de Messi como o melhor jogador do mundo em um ano de Copa mesmo sem sua seleção obter êxito em tal competição foi uma das proezas mais coerentes que a FIFA pôde ter feito nos últimos tempos.

É óbvio que o Mundial pesa na eleição e merece ter essa importância, no entanto não é um mês onde tudo pode acontecer, que ditará quem foi o mais talentoso individualmente durante toda uma temporada.

Aos críticos que contestaram a decisão favorável à Messi, é preciso lembrá-los que Ronaldo, com bem menos partidas em 2002 foi eleito o melhor do planeta e ninguém ousou falar nada. O mesmo aconteceu com o italiano Canavarro em 2006. Bastou ambos serem campeões do mundo por suas respectivas seleções.

Vamos ser justos e honestos, nos últimos dois anos o argentino é disparado o grande jogador dos gramados e infelizmente para nós brasileiros (felizmente para mim) , rivais eternos dos hermanos, nos resta aplaudí-lo sempre que o camisa 10 do Barcelona entra em campo.

Felipe Reis

sábado, 8 de janeiro de 2011

Quem dá mais?


Antes de tudo, queria deixar claro que a novela sobre o futuro de Ronaldinho Gaúcho já cansou muita gente, inclusive o jornalista que vos escreve.

Sou fã incondicional do futebol que esse gênio da bola mostrava em seu auge, mas a verdade é que devo reconhecer que de 3 anos para cá o profissionalismo do ex-camisa 10 do Barcelona não merece tanta atenção na mídia.

O nome que o jogador ainda ostenta é forte e isso não dá para apagar, no entanto será questão de tempo para notar que o clube brasileiro que vencer o leilão por Ronaldinho estará se condenando a um custo benefício bem duvidoso.

Felipe Reis

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

De volta para o passado


Para variar, a CBF resolveu inovar, porém só complicou ainda mais as opiniões dos torcedores criando nova polêmica entre eles.

A história da unificação dos títulos brasileiros antes de 1971 com o modelo adotado a partir dos anos 70 ainda vai dar muito o que falar.

São paulinos e flamenguistas defenderão seus 6 títulos do Brasileirão até o fim, enquanto santistas e palmeirenses irão comemorar o reconhecimento de suas vitórias no passado, uma vez que Santos e Palmeiras, agora, são considerados os maiores campeões nacionais com oito títulos cada um. Estranho, não?

Eu sou totalmente contra uma mudança dessas a essa "altura do campeonato". Não dá para consertar um erro que se agrava a cada ano, ou vão querer encaixar na mente dos mais fanáticos tricolores ou rubro-negros que agora seus clubes de coração tem menos títulos que os novos "reis do pedaço"? Tarde demais!

* Na foto acima, o novo quadro dos maiores campões após a unificação dos torneios no período da CBD com o Brasileirão da CBF.

Felipe Reis

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ele merece!


Não há o que falar de Muricy Ramalho. Ao conquistar seu quarto título brasileiro em 5 anos, o treinador entrou para um seleto hall de vencedores da competição.

Dessa vez no Fluminense, Muricy fez o time jogar de acordo com sua postura: impondo vitórias aos adversários dentro de sua casa e conseguindo bons resultados longe de seus domínios. Foi assim também no tricampeonato pelo São Paulo entre 2006 e 2008.

Talvez o título para o tricolor das laranjeiras não tenha sido tão merecido, já que a onda de "entregar" jogos no fim do Brasileirão favoreceu ao clube, entretanto o comandante ranzinza que nada tem a ver com essa "mancha" pode sim comemorar o seu tetra particular de forma justa.

Não é de hoje que Muricy se destaca como o melhor técnico do Brasil. Um prêmio honesto para quem rejeitou a seleção meses atrás.

Felipe Reis

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O alvo dos rivais


Após algum tempo sem postar devido à minha rotina que anda muito corrida, reapareço para comentar o que mais tem se falado em rodas de discussões no momento: o favorecimento ao Corinthians.

É muito fácil insinuar sobre uma suposta ajuda ao clube do Parque São Jorge, mas parece ser mais fácil ainda, esquecer que esse mesmo time é o único que ficou entre os três primeiros durante toda a competição e que também possui um dos ataques mais eficientes do campeonato. Sem contar que ainda ostenta a melhor campanha jogando em seus domínios.

Admito que meu coração corintiano está falando mais alto para escrever esse texto. No entanto, se todos os outros torcedores acham realmente que há armação "pró-Corinthians", parem de torcer e ver futebol, afinal já não está tudo arrumado mesmo?

Resumindo meu pensamento em uma analogia, sabe quando uma pessoa é muito bonita e as demais ficam colocando mil defeitos apenas para não reconhecer tal virtude? O Corinthians dentro do futebol brasileiro é assim, todos gostam de criticar, mas poucos elogiam.

Felipe Reis

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Chegou a hora, né? Lebron


Mais uma temporada da NBA começará e sem dúvida, a grande atração da Liga é a contratação de Lebron James por parte do Miami Heat.

O astro que defendia o Cleveland Cavaliers acabou mudando de ares para facilitar o caminho rumo a um título inédito para sua carreira.

Ao lado de Dwyane Wade, que ao meu ver é ainda melhor, Lebron poderá enfim, conseguir o objetivo que até hoje não passou nem perto de realizar.

Inúmeras comparações já foram feitas com Michael Jordan, mas ainda falta muito para o jogador ser considerado o "sucessor" do maior de todos os tempos.

Entre os dois, há uma safra de outros astros que já fizeram muito mais pelo basquete. Kobe Bryant que o diga, né?!

Felipe Reis